quinta-feira, 24 de novembro de 2016

ELEIÇÃO PARA DIREÇÃO ESCOLAR-2016

1. IDENTIFICAÇÃO:
Escola Estadual Professora Adalgiza Emídia da Costa
Ensino Fundamental I e II - Turnos: matutino e vespertino.
Praça Santa Luzia, 81 – Centro Carnaubais/ Rio Grande do Norte
CEP: 59665.000
Fone: (84) 3338-2270

1.1 – DIREÇÃO:
Josélia Coringa B. de Morais --------------------------------------  DIRETOR
Maria da Conceição M. Marques ----------------------------------- VICE-DIRETORA

2. INTRODUÇÃO:
O presente plano está fundamentado na realidade da unidade e tem a finalidade de estabelecer diretrizes para o biênio 2017/2019. A dinâmica e as ações da direção estão pautadas na missão da escola, traçadas no PDE e no PPP levando em consideração as forças e fraquezas da escola. Consideramos como maior fraqueza a falta de profissionais para completar o quadro, especialmente professores do ensino fundamental II. A gestão democrática é um dos princípios constitucionais do ensino público, segundo o art. 206 da Constituição Federal de 1988, e conforme o art. 205 da mesma Constituição ficará incompleto se tal princípio não se efetivar em métodos concretos, que atendam as demandas estruturadas do direito a educação pública gratuita e de qualidade. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (lei nº 9.394\96) confirma esse princípio no seu art. 3º e reconhecendo o princípio federativo, repassou aos sistemas de ensino a definição das normas da gestão democrática, de acordo com o art. 3º - inciso VIII.
Lamentavelmente a nossa escola com 67 anos de funcionamento continua abandonada pelo poder público, mesmo contemplada com a reforma prevista pelo RN Sustentável, continua a espera desses progressos em sua estrutura física.
Assim mesmo, afirmamos o compromisso de atuar em função das suas necessidades, unidos na busca permanente pela melhoria da qualidade do ensino. Objetivamos planejar estratégias e atividades que visem à organização da instituição nos âmbitos administrativos e pedagógicos.

O desafio desse plano de ação, não deve levar em conta a concordata como ponto de partida, mas os conflitos que favorecem a diversidade numa trajetória construída coletivamente na tomada de decisões. Na gestão democrática dos recursos e processos educacionais, professores, supervisores, conselho escolar e comunidade devem estar envolvidos, participando efetivamente para a construção de um espaço escolar que se torne um ambiente propício para exercitar a democracia.
Para atingir esses objetivos, é preciso que esse processo aconteça efetivamente, a partir das ações participativas de todos os atores, bem como das relações pessoais, interpessoais e éticas, tendo em vista a reelaboração e a implementação do Projeto Político Pedagógico.
Portanto, a gestão democrática da Escola Estadual Professora Adalgiza Emídia da Costa, pretende mediante planejamento, coordenar, executar e realizar no triênio 2017/2019, de acordo com os programas do Ministério da Educação e Secretaria de Estado da Educação- SEEC/RN, uma gestão eficaz e colaborativa, dessa forma, propomos as seguintes dimensões como princípios que nortearão a democratização da gestão educacional:
1.  Gestão Pedagógica, remeterá a reflexão de processos e práticas que assegurem a qualidade do ensino/aprendizagem em consonância com Projeto Político Pedagógico.
2.   Gestão Participativa e de pessoas, compõe-se pelos processos e práticas da gestão democrática da educação pública, contando com a participação efetiva dos professores, coordenador, gestor, funcionários, conselho escolar e da comunidade local nas tomadas de decisões.
3.   Gestão de Infraestrutura e funcionamento da Escola destacará os processos e práticas de gestão dos serviços apoio, recursos físicos e aplicação dos recursos financeiros com a participação efetiva de todos os atores que compõe a equipe escolar.
4.
3. OBJETIVO GERAL:

Colaborar para o aumento de competências necessárias para o bom andamento da aprendizagem, da gestão democrática e participativa, destacando-se pela importância da descentralização, da transparência, da aplicação dos recursos financeiros estimulando o desenvolvimento qualitativo do processo educacional.
4. PANEJAMENTO DE AÇÕES:

Lutar pela reestruturação do quadro de pessoal. Solicitar dos órgãos responsáveis o preenchimento de vagas disponíveis 
Analisar o projeto político pedagógico (PPP) a cada ano, fazendo alterações necessárias e seguir a proposta com constância. Promover encontros para estudos, redesenhá-lo de acordo com a realidade da instituição e as novas diretrizes.
Buscar junto a Secretaria de Estado da Educação, a reforma da escola prevista pelo RN SUSTENTÁVEL. Organizar e motivar a comunidade escolar para cobrar dos órgãos competentes. Encaminhar ofícios e documentos mostrando a situação.
Cultivar um ambiente de cooperação, aprendizado, respeito e moralidade.
Trabalhar integralmente com as famílias, com os conselhos, para juntos buscarmos alternativas para mudança de comportamento e permanência do aluno na escola.
Envolver os docentes e demais funcionários com as normas regimentais e disciplinares; Conscientizar, inserir e praticar com determinação uma linha de trabalho administrativa e pedagógica.
Planejar, elaborar e executar projetos específicos para superação das dificuldades dos alunos em alfabetização e nas disciplinas de português e matemática, especialmente nos anos iniciais. A equipe pedagógica acompanhar de perto – e continuamente – o aprendizado dos alunos;
Usar dados sobre o aprendizado para embasar ações pedagógicas;

Utilizar os recursos de acordo com as necessidades pedagógicas e administrativas, conforme a legislação vigente. Prestar contas dos recursos para comunidade escolar e pais de alunos.

Organizar através de eleição o GRÊMIO ESTUDANTIL, com a criação e prática do Estatuto da Entidade. Promover debates e rodas de conversas com antigos participantes de grêmio.
Distinguir as regras com clareza, conquistar a autoridade e equilibrar as reações.
Envolver toda a equipe, diversificar a metodologia e ficar sempre alerta, encaminhar ao Conselho Tutelar os casos que a escola não puder resolver sozinha.

Realização de reuniões com toda a equipe no sentido de sensibilizar para importância e responsabilidade participativa do Conselho Escolar.


Dessa forma, é necessário decidir, coletivamente, o que se quer reforçar dentro da escola e como detalhar as finalidades para se atingir a almejada cidadania (VEIGA, 2000, p. 23).
E é importante salientar que toda alteração requer corresponsabilidade de todos, porém, nem sempre são atendidas todas as propostas de acordo com o planejado, mas é preciso estabelecer os critérios e objetivos observando-se as particularidades, as condições dos atores, enfim, de todos os segmentos que compõem o corpo escolar, propondo assim condições essenciais e necessárias para a participação efetiva e coletiva de todos nas tomadas de decisões.
Toda modificação requer persistência e esforço coletivo, muitas vezes, não atende especificidades individuais, mas procura almejar toda coletividade. Em função disso, é importante a integração da equipe, pois assim fazendo, as relações se tornam mais interdependentes e autônomas. Para que aconteça de fato esta relação de reciprocidade, é necessária a participação efetiva da equipe no planejamento e na distribuição coletiva de trabalho, atendimento pedagógico e administrativo das atividades e da unidade.
Neste sentido, SANTOS, afirma que,
A organização do trabalho pedagógico é uma estratégia educacional para democratizar o processo ensino-aprendizagem, então é de suma relevância para um gestor programar novas formas de administrar em que a comunicação e o diálogo estejam inseridos na prática pedagógica do docente. Cabe ao gestor assumir a liderança deste processo com competência técnica e política.
6.AVALIAÇÃO
O acompanhamento e avaliação da Direção durante o ano letivo, será feita periodicamente, através de reuniões pedagógicas, verificação da execução dos objetivos propostos, contato direto com todos os professores responsáveis no desenvolvimento de suas áreas de ação, ressalvando o aproveitamento e frequência dos alunos e verificação de informações no SIGEDUC. A qualidade da atuação da escola, não poderá depender somente da vontade de um ou outro professor. É preciso a participação conjunta dos profissionais envolvidos (supervisão, direção e professores), para a tomada de decisões sobre os aspectos da prática pedagógica, bem como sua execução. As metas propostas não se efetivarão em curto prazo. É necessário que os profissionais estejam comprometidos, disponham de tempo e recursos. Mesmo em condições ideais quanto aos recursos existentes, dificuldades e limitações 
sempre estarão presentes, pois, na escola se manifestam os conflitos existentes na sociedade.



7. REFERÊNCIAA BIBLIOGRÁFICAS:
BRASIL, Constituição Federal (1988), Brasília: Senado Federal, Subsecretaria de Edições Técnicas, 2008.
______. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.391/96. Brasília. 1996.
BUENO, Divino
PARO, Vitor Henrique. Administração escolar: introdução crítica. São Paulo: Autores Associados, 2000.
SANTOS, Raimundo Ferreira dos. Gestão democrática da escola Pública: É preciso educar todos.
VEIGA, Ilma P. A. Projeto Político Pedagógico da Escola: uma construção possível. (10. edição). Campinas, SP: Editora Papirus, 2000.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Fragmentos do histórico da escola "João Gregório Bezerra"

...


Dona Ildete, foi uma professora que muito cooperou com essa instituição, sua história de vida foi toda dedicada à educação, próximo ao encerramento de sua carreira sentiu uma forte dor de cabeça, momento em que dava aula, numa sala dessa escola e posteriormente se submeteu a uma delicada cirurgia fruto de um aneurisma cerebral, após essa cirurgia não retornou à sala de aula, ainda viveu vários anos e deixou um grande legado na educação. veio a óbito no dia 01 de dezembro de 2014. Contribuiu impetuosamente com a formação de muitos que certamente não a esquecerá.

As marcas da resistência, bravura e amor à educação, aspecto que caracterizava Dona Ildete dos Santos Xavier, como uma docente que se debruçou incansavelmente para alfabetizar crianças, evidenciava-se também pelos seus gestos e pela forma como rememorou suas práticas. Constatava-se que o conhecimento dos seus primeiros tempos de professora e de como foi educada serviram de base para que ela construísse sua prática e fosse se apropriando dos instrumentos da cultura escolar da época.

Dentre as funções das escolas rurais, das professoras que marcaram história dessas comunidades, não podemos deixar de citar outra que igualmente deixou sua lição valorosa como educadora nata, Luzimar Coringa, que além de “ensinar o indivíduo a ler, a gostar de ler”, deveria desenvolver os bons hábitos de higiene; de boa educação; saberes sobre as contas e seu uso na vida cotidiana, o uso da palmatória se fez presente. Os conhecimentos de alguma coisa sobre o mundo e sua Pátria, cantar o hino uma vez por semana, respeitar os mais velhos e seguir normas gerais de conduta, valores que os alunos das escolas públicas e privadas de hoje deveriam receber como regra. Esses ensinamentos dado por elas, serviriam como conhecimento prático, ao que eles viessem a ser mais tarde.

Os “sonhos”, para Ildete dos Santos Xavier, Luzimar Coringa, e outras professoras que igualmente construíram,  representaram degraus a serem alcançados e dedicação pela educação da comunidade. Dessa forma, superar a precariedade das escolas multisseriadas “domiciliares”, as estradas de “chão batido” o uso do tamborete, do banco, do quadro negro com giz e o enfrentamento as dificuldades significaram a expressão máxima que recaia sobre o “ofício do magistério”, entendido por elas como vocação de ensinar e preparar “criaturas para vida”. A trajetória delas recupera, mesmo que de forma fragmentada uma parte importante da história do ensino rural nessas comunidades: Olho D’água e Jenipapeiro, “além de ressaltar que a docência não transcendia apenas ensinar conhecimentos pedagógicos, implicava, sobretudo um comprometimento social e político”.

As “lições” ensinadas, inesquecíveis, enfatizaram o letramento. A alfabetização caracterizou-se como aspecto de maior responsabilidade dessas professoras e que também, são hoje as lembranças que expressam maior gratidão e reconhecimento sobre a ação docente. Lamentavelmente ainda não aprendemos a homenagear merecidamente em vida pessoas que contribuem com um mundo melhor.
...

Josélia Coringa
02/11/2016


(Construindo o histórico da escola para o PPP)
Necessito de mais informações.

? Decreto de Lei que instituiu a escola.
__________________________________________________________________
? Falta pesquisa aprofundada dos dados históricos.
Características da comunidade, perfil dos alunos e pais de alunos



Fragmentos do histórico da escola "João Gregório Bezerra"

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Dona Ildete, foi uma professora que muito cooperou com essa instituição, sua história de vida foi toda dedicada à educação, próximo ao encerramento de sua carreira sentiu uma forte dor de cabeça, momento em que dava aula, numa sala dessa escola e posteriormente se submeteu a uma delicada cirurgia fruto de um aneurisma cerebral, após essa cirurgia não retornou à sala de aula, ainda viveu vários anos e deixou um grande legado na educação. Contribuiu impetuosamente com a formação de muitos que certamente não a esquecerá.

As marcas da resistência, bravura e amor à educação, aspecto que caracterizava Dona Ildete dos Santos Xavier, como uma docente que se debruçou incansavelmente para alfabetizar crianças, evidenciava-se também pelos seus gestos e pela forma como rememorou suas práticas. Constatava-se que o conhecimento dos seus primeiros tempos de professora e de como foi educada serviram de base para que ela construísse sua prática e fosse se apropriando dos instrumentos da cultura escolar da época.

Dentre as funções das escolas rurais, das professoras que marcaram história dessas comunidades, não podemos deixar de citar outra que igualmente deixou sua lição valorosa como educadora nata, Luzimar Coringa, que além de “ensinar o indivíduo a ler, a gostar de ler”, deveria desenvolver os bons hábitos de higiene; de boa educação; saberes sobre as contas e seu uso na vida cotidiana, o uso da palmatória se fez presente. Os conhecimentos de alguma coisa sobre o mundo e sua Pátria, cantar o hino uma vez por semana, respeitar os mais velhos e seguir normas gerais de conduta, valores que os alunos das escolas públicas e privadas de hoje deveriam receber como regra. Esses ensinamentos dado por elas, serviriam como conhecimento prático, ao que eles viessem a ser mais tarde.

Os “sonhos”, para Ildete dos Santos Xavier, Luzimar Coringa, e outras professoras que igualmente construíram,  representaram degraus a serem alcançados e dedicação pela educação da comunidade. Dessa forma, superar a precariedade das escolas multisseriadas “domiciliares”, as estradas de “chão batido” o uso do tamborete, do banco, do quadro negro com giz e o enfrentamento as dificuldades significaram a expressão máxima que recaia sobre o “ofício do magistério”, entendido por elas como vocação de ensinar e preparar “criaturas para vida”. A trajetória delas recupera, mesmo que de forma fragmentada uma parte importante da história do ensino rural nessas comunidades: Olho D’água e Jenipapeiro, “além de ressaltar que a docência não transcendia apenas ensinar conhecimentos pedagógicos, implicava, sobretudo um comprometimento social e político”.

As “lições” ensinadas, inesquecíveis, enfatizaram o letramento. A alfabetização caracterizou-se como aspecto de maior responsabilidade dessas professoras e que também, são hoje as lembranças que expressam maior gratidão e reconhecimento sobre a ação docente. Lamentavelmente ainda não aprendemos a homenagear merecidamente em vida pessoas que contribuem com um mundo melhor.
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Josélia Coringa
02/11/2016


(Construindo o histórico da escola para o PPP)
Necessito de mais informações.

? Decreto de Lei que instituiu a escola.
__________________________________________________________________
? Falta pesquisa aprofundada dos dados históricos.
Características da comunidade, perfil dos alunos e pais de alunos



segunda-feira, 19 de setembro de 2016

ESCOLA ADALGIZA REALIZA DESFILE TEMÁTCO

A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir. Cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor. Assim sendo, a Escola Adalgiza escolheu como temática do Projeto Interfest-2016 "FAMÍLIA E ESCOLA: ALICERCES DA APRENDIZAGEM. 
















































 Agradecimentos

Na Escola Adalgiza ou em qualquer outro lugar, não se consegue fazer nada sozinho, por isso, o ambiente de trabalho deve ser o mais harmonioso possível. Os funcionários dependem uns dos outros para conseguirem se dá bem, é como se fosse uma corrente, onde os elos devem estar interligados. Assim devemos caminhar sempre.
 “Sempre juntos, menos veloz, batendo forte o coração e todo dia com uma nova missão...manter o sonho dentro de nós”

Somos aquilo que repetidamente fazemos, somos o que os resultados tem apontado, somos  a Escola Adalgiza, forte, sofrida, audaciosa e viva, onde haveremos de partilhar cada novo dia, com ele a vida proporcionará uma nova oportunidade para melhorarmos as metas e as tornarmos realizáveis. Mesmo diante dos entraves que constantemente enfrentamos. Se estivermos juntos as tempestades passarão.  Ano que vem estaremos juntos novamente no tradicional desfile pelas ruas de Carnaubais e em muitos outros projetos.

Temperamentos e ideias que geram divergências sempre haverá, sim!!! Sempre! Entretanto, buscaremos sabedoria para contornar.  Obrigada, obrigada a todos que gentilmente contribuiu para o sucesso desse evento.

Peço licença para agradecer a uma pessoa extremamente especial. Ainda que todos também o sejam, Francinaldo, grande amigo da escola, grande amigo da arte, grande ser que se dedica gratuitamente em prol de um mundo melhor. Merece toda nossa gratidão.

Sabemos que a arte é transformadora, a arte harmoniza a existência do ser humano. O artista a traduz em uma linguagem que transcende explicações e verbalizações. Problemas, tristezas e dificuldades humanas podem ser minimizados pela arte. Nossa educação clama por isso...Ele faz porque gosta, se identifica, Francinaldo se doa, se joga, se desdobra. Todo agradecimento é pouco. Saiba que nós torcemos pelo seu sucesso e saiba que nossas portas estão abertas. Que seres como você sejam cada vez mais agraciados pelo reconhecimento do que faz.

Obrigada , obrigada a cada um e cada uma.

Izebel, (Sr Francisco), Obédia, Pauliana, Erivaneide, Cibele, Maria Antonia, Geralda, Lêda, Aniole, Jarrilson, Josuel, João, Edson, Cícero Macedo, Keldivan, Sr. Luiz, Sr Aldeci, Paulo Roberto e família, Bilú, Francisca, Leidinha, Dona Tiquinha, Zelito, Concinha, Da luz, Flaviana, Priscila, Arinaldo Sales, Aldinete, Flávio, Joilza, Dona Maria, Dona Mirian, Laercio Salvino, Hélio Maria de Moura,   ( ônibus), Danilo, ( paredão de som),  aos motoristas que conduziram nosso alunos e pais, as costureiras que se dedicaram durante esses poucos dias, ao fotógrafo Alexon Paulino, a todas as BANDAS que estiveram presentes. Alto do Rodrigues, Porto do Mangue e Angicos, nas pessoas de Sr. Zé Pequeno, Assis,  Manoel Higino e Erinaldo. Aos pais, sem eles nada seria possível, aos nossos queridos alunos, Marcelo Higino e Fernanda representando tão lindamente os ex-alunos, todos os outros que estiveram presentes e a comunidade por ter nos prestigiado.

A direção.

Ceiça Mendes e Josélia Coringa