quinta-feira, 4 de junho de 2026

O legado de quem serviu à comunidade: Adeus Laércio da CERVAL.

Carnaubais se despede de um homem que marcou a vida de muita gente: Laércio Salvino. Para muitos, o Laércio eletricista. Para outros, o Laércio da CERVAL. Para tantos, simplesmente o amigo que nunca deixava ninguém sem luz, sem o conserto da TV, sem a assistência "eletrônica" que era a sua paixão desde menino. 

Recebi com profunda tristeza a notícia de seu falecimento. Sempre que nos encontrávamos, as conversas eram longas e agradáveis. Eu, Laércio e Keldivan passávamos bons momentos colocando os assuntos em dia, falando da vida, dos nossos filhos, da cidade e dos desafios do cotidiano. Tínhamos, inclusive, combinado de tomar um café para conversar, como algumas vezes fizemos. Infelizmente, esse encontro não será mais possível.

Laércio deixa saudades não apenas pelo profissional competente que era, mas principalmente pelo ser humano atento, prestativo e solidário. Guardo comigo uma gratidão muito especial por uma assistência que ele prestou à minha mãe. Foi um gesto grandioso e  de enorme valor para nossa família. Sua disposição em ajudar, neste dia, chegou aonde a própria estrutura pública muitas vezes não consegue alcançar, infelizmente! Ele fez sem esperar reconhecimento... Enfim...é uma longa história!!

E é justamente isso que torna sua partida tão dolorosa: pessoas como Laércio Salvino são raras. Pessoas que transformam seu trabalho em serviço, sua profissão em compromisso com a comunidade e sua presença em sinônimo de confiança.

Apesar da tristeza, carrego comigo o conforto de ter tido a oportunidade de agradecer em vida. Nem todos têm esse privilégio. Pude expressar minha gratidão e reconhecer a importância que ele teve em momentos marcantes da nossa caminhada. Só eu e Keldivan sabemos...Enquanto diretora da Escola Professora Adalgiza Emídia da Costa, todas as vezes que precisava de sua ajuda ele de prontidão atendia...Tantos foram os momentos que ele chegou com sua LUZ!!! Guardo comigo e com todo carinho as boas lembranças dessa pessoa querida. 


Que Deus o receba em festa, com luz e louvor e conforte o coração de seus familiares, amigos e de todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele.

Descanse em paz, Laércio. Sua história, sua bondade e seu legado permanecerão vivos na memória e no coração de Carnaubais-RN.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Carta à Escola Adalgiza

 


Carta à Escola Adalgiza

Nesses mais de 70 anos que marcam a história da Escola Adalgiza, não poderia deixar de agradecer a cada pessoa que muito contribuiu com esta instituição.

A você, funcionário, que deixou seu legado.
A você, estudante, que soube aproveitar os conhecimentos dos mestres.
A você, pai, que confiou na escola.
A você, membro dos grêmios estudantis, que fez parte da luta e da politização.

Hoje, estando à frente da escola, não posso deixar de lembrar dos meus mestres. Foram tantos, todos igualmente importantes em minha formação. Guardo boas recordações da época do ensino fundamental, quando a Adalgiza já era parte da minha vida.

Sabemos que a educação é o pilar de uma sociedade desenvolvida, e que aqueles que dedicam sua vida a melhorá-la merecem todo o respeito e admiração. Diretores, professoras, professores e funcionários que por esta escola passaram deixaram marcas, cada um à sua maneira, cada um com seus valores.

Gostaria de poder chegar de surpresa, abraçar e dizer a cada um o quanto foram importantes: a primeira professora, a primeira diretora, o primeiro vigia, a primeira merendeira, a primeira servente, a primeira secretária, os primeiros pais e os primeiros alunos. Todos os pioneiros.

A Escola Adalgiza, há mais de meio século, vem construindo saberes. Nessa trajetória, tive a honra de me tornar sua alluna, estagiária, professora, supervisora, coordenadora e diretora.

Professora/ex-diretora Josélia Coringa




“Adalgiza melhor: compromisso de todos. 

Um lembrete de que a escola é feita de mãos unidas,
de sonhos compartilhados e de uma comunidade que aprende junto.”

lema da  gestão


Símbolos da Escola Adalgiza

A Escola Adalgiza construiu, ao longo de sua história, uma identidade visual e cultural que reflete seu papel de pioneira na educação de Carnaubais. Seus símbolos — hino, brasão, logomarca e bandeira — não são apenas representações gráficas ou musicais, mas expressões vivas da memória e do orgulho de uma comunidade.

🎶 O Hino

Composto em 2014 por Roldão Henrique e Zelito Coringa, ex-aluno da instituição, o hino traduz em versos e melodia a grandeza da escola. Ele evoca a aurora radiante, a esperança e a dedicação, celebrando o aprender e o ensinar como frutos de uma semente bem plantada. Ao ser entoado, o hino desperta pertencimento e fortalece os laços entre passado, presente e futuro.

🛡️ O Brasão e a Logomarca

Criados também por Zelito Coringa, o brasão e a logomarca colocam a escola no coração da cidade. O mapa de Carnaubais aparece em destaque, com um ponto vermelho que marca a escola em seu centro, como sinal de pioneirismo e de sua função como referência educacional. As cores escolhidas — azul, branco e amarelo — simbolizam o saber, a paz e a esperança, reforçando o espírito de uma instituição que se tornou guia para gerações.

🚩 A Bandeira

Idealizada pela professora/ex-diretora Josélia Coringa, a bandeira da Escola Adalgiza carrega os mesmos elementos do brasão e da logomarca, tremulando como símbolo de identidade e resistência. Com um ponto vermelho, que representa as lutas, inclusive as estudantis, a resistência e as vitórias. Mais do que um estandarte, a bandeira representa o orgulho coletivo, a força das mulheres que lideraram a instituição e o compromisso permanente com a educação.

quarta-feira, 24 de maio de 2023

 

 

TRAJETÓRIA, DOCÊNCIA E MEMÓRIAS.

 

                  No banco de areia começa sua história e nos bancos da escola Dona Vera Lúcia Fernandes da Silva, natural de Ceará Mirim, deixa para nós um grande legado e é homenageada pelo amor incondicional a educação, pioneira na formação de pessoas da comunidade,  suas marcas de resistência são visíveis. Relata-se que, mesmo enfrentando dias muito difíceis de saúde e demais problemas, procurou lecionar com dedicação e responsabilidade. Sua residência, uma casa simples, de taipa, era ambiente que acolhia as crianças dos diversos logradouros vizinhos, tinha alunos de melancias a mutambinha, era aluno que fazia gosto, como ela mesma nos conta enchendo os olhos de lágrimas. Naquela época, existiam poucas casas, todos se conheciam e se tratavam como sendo da família, os alunos eram diferentes dos de hoje, obedeciam aos pais, obedeciam aos professores, usava sua palmatória para realizar tarefas de matemática e leitura, soletrar acabava sendo um jogo divertido, cada aluno com um livro na mão tentava ler a palavra sugerida, se errasse levava bolo na mão, ensinou a todos os filhos de Chico Horácio,  ensinou a muitos que ali residem. Muitos....Órfã de mãe aos (9) nove anos de idade, ia completar em 30 de janeiro de 1958 e a mãe faleceu em 25 de janeiro do mesmo ano....faleceu de parto e seu pai em seguida casou-se novamente.

                 Logo que chegaram aqui, vindos de Ceará Mirim, moraram nas terras de Edgar Montenegro, a família do seu pai era natural de Carnaubais, mas a da mãe era de Serra de Araruna. Fez o logos, naquele tempo era o passe para ser professora, Era louca para estudar no Educandário Nossa Senhora das Vitórias em Assu, era o sonho das meninas estudiosas, relata que: se tivesse morado com seu pai a vida tinha sido outra, sofreu muito....emociona-se ao contar... Teve a sorte de encontrar no caminho da vida, pessoas boas como Dona Zulmira Bezerra de Siqueira e Francisquinha Macedo, gente bondosa e influente, que incentivaram na sua caminhada. A escola funcionou em várias casas de taipa, uma delas foi à casa de Chico de Gino, algumas foram erguidas de alvenaria, outras nem vestígios existem mais. Dona Vera ensinava em casa e recebia pela prefeitura mensamente até ver erguido o pequeno prédio da escola, Pe. José de Anchieta, na gestão de Giovanny Wanderley, iniciou com uma sala de aula, graças à luta de um grupo de jovens chamado “Jucrist” que se reuniam na casa do Sr. João Galdino, casa de taipa grande que dava para acomodar todos para as reuniões, lá discutiam sobre a necessidade de uma escola nessa comunidade, entre outras precisões... o professor Carlos Augusto foi pioneiro desse grupo, juntamente com o Professor Damasceno Neto, defensor da educação e de um novo prédio, essas reuniões surtiram efeito e através de muita pressão a escola foi organizada. Dona Vera com sua saúde fragilizada já não pode mais lecionar, sua filha chamada Maria da Conceição ficou ocupando seu lugar e ela por algum tempo ficou dando contribuição em outros setores da escola. Fez de tudo um pouco.

                   Até a legitimação do início do atual prédio, se evidencia, pelos seus relatos e pela forma carinhosa que relembra suas práticas, Dona Vera, não se recusava a colaborar nos demais setores da educação, se não podia estar em sala de aula por problemas diversos de saúde, especialmente alergias ao pó de giz. Estava ela em outro lugar da escola... Reforça que sua vida foi de muitas batalhas, mas venceu todas, casou e teve 13(treze) filhos. 10 homens e 03 mulheres, comtemplada hoje com 21 netos.

                   Com 28 anos de serviço, recebeu sua aposentadoria, lembra de forma  saudosa que ao receber a notícia veio junto um bilhete de Francisquinha Macedo, dizendo: “lamento que sua pasta agora vai para o arquivo morto”. Assim, Dona Vera conclui sua rotina de trabalho na educação. Relembra pessoas que também contribuíram com Pe. José de Anchieta como: Zulmira de Luiz Mendonça, Gracinha de Lelego, Ozineide, Lucília, Damasceno, entre tantos outros que serão citados e lisonjeados em outro momento.  

 

Josélia Coringa

(Fragmentos -Texto em andamento)

 

CONTEXTO HISTÓRICO

ESCOLA  MUNICIPAL JOÃO GREGÓRIO
Josélia Coringa




A Escola João Gregório Bezerra situada na comunidade do Jenipapeiro, Carnaubais/RN, CEP 59665- 000, CNPJ:12.782.890/0001-10 Entidade Mantenedora: Caixa Escola e Prefeitura Municipal, teve sua fundação em 28 de fevereiro de 1994 e no ano 1995 foi inaugurada, surgiu a partir da junção de três escolas isoladas, (*Marina Bezerra, *Nossa Senhora de Fátima e Joana Angélica), a professora pioneira na gestão da nova escola foi Adriana Maia de Oliveira que era professora da escola isolada, *Joana Angélica. O terreno foi adquirido através da doação da família Gregório, parentes do ex-prefeito Nelson Gregório Bezerra, a escolha do nome foi feita através de uma rápida votação nas dependências da mesma, onde parte das pessoas presentes, sugeriram homenagear Dona Ildete dos Santos Xavier, na época professora atuante. Mas o nome que prevaleceu foi “João Gregório”. Homenagem feita ao patriarca da família e dono da terra. Podemos dizer que a escolha do nome foi um tanto incoerente aos olhos da educação, por ele ser um senhor alheio às ações educativas. Contudo, respeitosamente sejamos sempre gratos à família Gregório pela doação do terreno e a acolhida da escola em suas terras.

 

Dona Ildete, foi uma professora que muito cooperou com essa instituição, sua história de vida foi dedicada à educação, próximo ao encerramento da carreira sentiu uma forte dor de cabeça, momento em que lecionava, numa sala de aula dessa escola e posteriormente se submeteu a uma delicada cirurgia fruto de um aneurisma cerebral, após essa cirurgia não retornou à sala de aula, ainda viveu vários anos e deixou um grande legado na educação de Carnaubais. Veio a óbito no dia 01 de dezembro de 2014. Contribuiu impetuosamente com a formação de muitos que certamente não a esquecerá.

 

As marcas da resistência, bravura e amor à educação, aspecto que caracterizava Dona Ildete dos Santos Xavier, como uma docente que se debruçou incansavelmente para alfabetizar crianças, evidenciava-se também pelos seus gestos e pela forma como rememorou suas práticas. Constatava-se que o conhecimento dos seus primeiros tempos de professora e de como foi educada serviram de base para que ela construísse sua prática e fosse se apropriando dos instrumentos da cultura escolar da época.

Dentre as funções das escolas rurais isoladas, das professoras que marcaram história dessas comunidades, não podemos deixar de citar outra que igualmente deixou sua lição valorosa como educadora nata, que contribuiu com sua maneira pródiga e afetuosa de ser.


Luzimar Coringa, que além de “ensinar o indivíduo a ler, a gostar de ler”, deveria desenvolver os bons hábitos de higiene, de boa educação, saberes sobre as contas e seu uso na vida cotidiana, o uso da palmatória se fez presente. Os conhecimentos de algo sobre o mundo e sua Pátria, cantar o hino uma vez por semana, respeitar os mais velhos e seguir normas gerais de conduta, valores que os alunos das escolas públicas e privadas de hoje deveriam receber como regra. Esses ensinamentos dado por elas, serviriam como conhecimento prático, ao que eles viessem a ser mais tarde.

Os “sonhos”, para Ildete dos Santos Xavier, Luzimar Coringa e outras professoras que igualmente construíram, representaram degraus a serem alcançados e dedicação pela educação da comunidade. É oportuno lembrar, Maria Nascimento, hoje aposentada, foi substituta de Luzimar Coringa quando se afastou por enfrentar a tuberculose, doença adquirida por volta da década de 60 e persistente na década de 70. Fazemos lembrar essas desbravadoras não por ter sido pioneiras da educação nesse prédio novo, mas por ter sido grandes educadoras de filhos dessas comunidades e por rememorar as escolas isoladas da época.

 

Dessa forma, superar a precariedade das escolas multisseriadas “domiciliares”, as estradas de “chão batido” o uso do tamborete, do banco, do quadro negro com giz e o enfrentamento as dificuldades significaram a expressão máxima que recaia sobre o “ofício do magistério”, entendido por elas como vocação de ensinar e preparar “criaturas para vida”.

 

A trajetória delas recupera, mesmo que de forma fragmentada uma parte importante da história do ensino rural nessas comunidades: Olho D’água e Jenipapeiro, “além de ressaltar que a docência não transcendia apenas ensinar conhecimentos pedagógicos, implicava, sobretudo um comprometimento social e político”.

 

As “lições” ensinadas, inesquecíveis, enfatizaram o letramento. A alfabetização caracterizou- se como aspecto de maior responsabilidade dessas professoras e que também, são hoje as lembranças que expressam maior gratidão e reconhecimento sobre a ação docente.

 

Lamentavelmente ainda não aprendemos a homenagear, merecidamente em vida, pessoas que contribuem com um mundo melhor. (Josélia Coringa).

sábado, 29 de outubro de 2022

 

CARTA ABERTA AOS EDUCADORES DE CARNAUBAIS.

DIA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO


Aos companheiros, com indagações e com muita tristeza.

Tenho 65 anos, sou professor aposentado, não estou com saúde, mas estou FELIZ, porque tenho CERTEZA que LULA vai vencer esta eleição, o BRASIL vai sair do caos que se instalou com este desgoverno e eu serei um dos que contribuiu para sua saída e a história dirá...

Será o povo, especificamente o Nordestino que vai contribuir para esta VITÓRIA do BRASIL. A esperança vai vencer neste dia 30 de outubro.

Como um(a) funcionário(a) público(a), em especial um(a) professor(a) se dispõe a votar em BOLSONARO? É compreensível uma MULHER que cria seus filhos sozinha, desamparada, um agricultor aposentado, um desempregado, ingênuo que recebe o Auxílio Emergencial, SEM ACESSO À INFORMAÇÃO, mas um(a) professor(a), NÃO! Não consigo encontrar explicação.

Um(a) professor(a) que sabe que tudo que conquistamos ao longo da história foi fruto das nossas lutas, que LÊ e REFLETE, que é um ser de cultura, que é ESPELHO para seus alunos, sem dúvidas já parou para pensar antes de escolher seu candidato. Esse, certamente não escolherá um candidato que só pratica o retrocesso, a violência, o ódio desenfreado, o desrespeito as mulheres, o desmonte as instituições públicas, a discriminação, que baixa salários, ameaça o PISO dos professores, é contra os direitos conquistados e até declara o fim da DEMOCRACIA, da nossa Liberdade. Um homem que adverte constantemente um Golpe Militar que é admirador de torturador...

Quem acompanhou os cortes da educação e desvios de recursos? O vai e vem de ministros, o desmantelo do MEC? Cada ministro mais incompetente que o outro, um, não tinha se quer formação adequada, pois os seus diplomas eram falsos. Outro era formado, mas escrevia errado e o último ao sair, fez do MEC um gabinete de negociações ilícitas? E os pastores, suspeitos de operar um "balcão de negócios" no Ministério da Educação e na liberação de verbas do FNDE que inclusive foram presos na operação, batizada de Acesso Pago. Quem lembra? Apontados como lobistas no MEC... Será que este bloco político não dava sustentação ao presidente Jair Bolsonaro? E os municípios? E as crianças, jovens e adultos que foram penalizadas? Será que este "tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos" é FAKE NEWS?

 

Um presidente sem postura para o cargo, que chama os universitários de maconheiros, desocupados e agitadores e diz que as UNIVERSIDADES são centros de Formação de Vagabundos e de Doutrinação da Esquerda Brasileira. Por qual Universidade passaram os companheiros que votam em Bosonaro?

Professores que acreditam no Kit Gay, que NUNCA existiu, será que não é a homofobia, falando mais alto? Em que mundo estão? Ainda não perceberam que esta não é uma eleição comum? Que quem se preocupa consigo e com seu semelhante pensa diferente. Confesso que fico desanimado! Será que já pararam para perceber e repassar aos seus alunos que nossas Universidades são centros de Formação e Divulgação do Conhecimento e não Centros de Formação da Esquerda Brasileira. Que o senso crítico cada um deve construir. Diante disso, fico triste. Não é possível que estejam tomados pela desinformação ou egoísmo!

Ainda assim acredito na mudança de mentalidade de alguns. Que os carnaubaenses e todo país vote em LULA. Que possamos aumentar a adesão à ESPERANÇA de dias melhores para nosso povo. Lula é a única alternativa para salvar este país da maior FARSA já vista. Pense! Repense! Não deixe de ir votar. Diga não ao desgoverno! Lembrem da lista infindável de atrocidades.

LULA é hoje nosso irmão, ele é CIDADÃO CARNAUBAENSE. Título dado pela CÂMARA MUNICIPAL DE CARNAUBAIS. Proposta do Vereador Nicolau Cavalcante Dantas e foi entregue em 2021 em solenidade realizada em Natal. O resto é decisão sua! Deve saber que todo voto tem consequência.

Um abraço, até a Vitória e o recomeço do BRASIL.

Professor aposentado Carlos Augusto                                                               

28 de outubro de 2022.

sábado, 11 de dezembro de 2021

MANIFESTAÇÃO DE RECONHECIMENTO PÚBLICO

 

                                                           4 de março de 2015


Eu, Josélia Coringa, professora efetiva do estado e do município, ex-diretora da Escola Adalgiza, venho a público RECONHECER de forma muito especial o pioneirismo da Professora Maria das Dores de Sousa, da qual fui vice e sucessora, na luta pela reforma da Escola Estadual Professora Adalgiza Emídia da Costa, Projeto Governo Cidadão, inaugurada neste dia 10 de dezembro de 2021, pela Governadora Professora Fátima Bezerra. Dona Maria, em reunião em sua sala de direção, com Dinarte Diniz, traçaram planejamento para viabilizar junto ao deputado George Soares audiência com o Secretário de Educação do Estado, da época, Francisco das Chagas. A partir de então travou-se a incansável batalha para pôr a Escola Adalgiza na lista das prioridades. George Soares foi o grande padrinho político dessa conquista. E é inegável a participação ativa de Dinarte Diniz nesta história. É injusto não fazer menção a este pioneirismo. Muitos outros nomes também abraçaram esta causa.
 

As lutas travadas antes do ano de 2015 foram por preenchimento de vagas de professores, foram pelo não fechamento da escola, onde também estive presente de forma audaz, é importante não confundir o valor que deve ser dado a quem de fato lutou com bravura.


Portanto, exalto minha alegria por ver a escola inaugurada, totalmente equipada e acolhedora, com profissionais excelentes com perspectivas de uma educação melhor e mais humanizada.

Por fim, rendo homenagens e cumprimentos de afeto a todos/todas que compõem esta instituição que tenho o maior apreço. 

Josélia Coringa

Carnaubais-RN

 



"Não foi apenas uma reforma. A Adalgiza foi totalmente demolida e construído um prédio novo. Hoje, ela é referência para as escolas do ensino fundamental, tem a marca do pioneirismo na inovação pedagógica. Temos o melhor Ideb da região. O nosso sentimento hoje é de gratidão", disse Maria Aldeísa, diretora da 11ª Direc.

"Valeu a luta, valeu o sonho! Carnaubais tem hoje uma das mais belas escolas do Rio Grande do Norte. Pisar no chão de uma escola é muito significativo pra mim, que sou e continuo sendo uma professora que dedicou sua vida à luta pela educação", enfatizou a governadora.

 





domingo, 7 de novembro de 2021

Educação quer urgência!


Que realidade cruel!! Diante deste cenário de crise e desmonte da educação é inevitável que as consequências tenham impactos ao longo dos próximos anos, provocando graves lacunas de aprendizagem que afetam o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais dos alunos. É uma tragédia!! Se a defasagem na aprendizagem já se constituía como o maior desafio da educação brasileira, tais desafios foram escancarados com a pandemia e o descompromisso das políticas públicas é visível. A falta de planejamento e boa vontade com a causa. Não são os profissionais nem os estudantes responsáveis pelo insucesso da escola é o descaso  governamental.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

RETOMADA DAS AULAS PRESENCIAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO RN.

Considerando que mesmo adotando os protocolos de biossegurança para o retorno as atividades presenciais, nos espaços escolares, podemos ser surpreendidos com casos suspeitos e confirmados de Covid-19. Dessa forma é imprescindível que intensifiquem junto aos profissionais, pais e alunos a conscientização e os cuidados.

 Em setembro de 2020 o Governo do RN, através da SEEC/RN lançou o documento PROTOCOLO DE SEGURANÇA SANITÁRIA DA INFRAESTRUTURA DAS ESCOLAS ESTADUAIS. – PANDEMIA COVID-19 – RETOMADA DAS AULAS PRESENCIAIS. Referência: DOCUMENTO POTIGUAR: 

PLANO DE CONTINGÊNCIA 

Plano de Contingência é a adoção de um conjunto de medidas e ações a serem desenvolvidas de modo articulado, preparando a Escola para o enfrentamento de situações que possam surgir, em espacial em caso de um eventual(is) contágio(s) da COVID-19 na comunidade escolar. 

O Plano de Contingência somente deve ser acionado quando a Comissão da Escola constatar a evidência de pessoa da comunidade escolar com sintomas de gripe ou em caso de um eventual(is) sintomas da Covid-19, devido ao risco de contágio(s) . 

PROTOCOLOS PARA OS CASOS DE PESSOA(S) COM SINTOMAS E DOENTE DA COVID-19 DENTRO DO AMBIENTE ESCOLAR, ADOTAR UM DOS TRÊS PROTOCOLOS A SEGUIR. 

PROTOCOLO 1 

PROTOCOLO 2 

PROTOCOLO 3 

SALA DE ISOLAMENTO 

OCORRÊNCIA DE 1 CASO DE COVID-19 NUMA SALA – ADOTAR PROTOCOLO 1 

Se a Comissão da Escola constatar que algum aluno(a) ou professor(a), começaram a apresentar sintomas compatíveis com a COVID-19, dentro do ambiente escolar, serão adotados os seguintes passos: 1) Retirada imediata do aluno(a) ou professor(a) do contato com outras pessoas; 2) Encaminhamento do à “sala de isolamento”. Daí chamar responsável ou família para ir para a residência. !!! Suspender esse(a) aluno(a) ou professor(a) das aulas presenciais por 14 dias. 

OCORRÊNCIA DE 2, 3 OU MAIS CASOS DE COVID-19 NUMA SALA - ADOTAR PROTOCOLO 2 

Se a Comissão da Escola constatar que dois, três ou mais alunos(as) ou professores(as), apresentarem sintomas compatíveis com a COVID-19, dentro do ambiente escolar, serão adotados os seguintes passos: 

1) Retirada imediata dos alunos(as) ou professores(as), do contato com outras pessoas; 

2) Encaminhamento os alunos(as) ou professores(as), com contagio para a “sala de isolamento”. Daí ir para a residência. 

OCORRÊNCIA DE CASOS EM UM TERÇO DAS SALAS - ADOTAR PROTOCOLO 3 

Se a Comissão da Escola constatar que em um terço das salas apresentarem alunos ou professores com sintomas compatíveis com a COVID-19, dentro do ambiente escolar, serão adotados os seguintes passos: 1) Retirada imediata do colaborador ou aluno do contato com outras pessoas, encaminhando à “sala de isolamento” ; 2) Comunicar a comunidade escolar, à Direc, Drae e à SEEC. !!! Suspender aulas presenciais da escola por 14 dias. 

AFASTAR DO CONVÍVIO ALUNO(A)S, PROFESSORE(A)S, COLABORADORE(A)S COM SINTOMAS NUMA SALA DE ISOLAMENTO 

A Comissão da Escola deve determinar, entre as salas existentes na escola, uma para ser a sala exclusiva para que o(a) aluno(a), professor(a) ou colaborador(a) possa aguardar isolado dos demais integrantes da comunidade escolar nessa sala, até que um responsável possa vir busca-lo(a) ou esteja aguardando por algum meio de transporte. Afastar do convívio nas ocorrências de caso(s) de sintomas gripais e os típicos da Covid-19, dentro o ambiente escolar. Pede-se identificar: Sala de Isolamento

Fonte: http://www.adcon.rn.gov.br/ACERVO/seec/DOC/DOC000000000249871.PDF



 

 


domingo, 3 de outubro de 2021

Carnaubais: Nossa gente, nossa história

                                      https://youtu.be/5FdNgGeLvfk

Documentário de longa-metragem conta história de cidade do Vale do Açu.

O documentário Carnaubais: Nossa gente, nossa história, é um filme de longa metragem dirigido pelo produtor cultural Zelitto Coringa narrando fatos curiosos e contando a história do município através de seus moradores. O documentário reserva um capítulo especial para o ano 1974, quando uma enchente destruiu toda a cidade e a população ficou desabrigada. Carnaubais tem em Santa Luzia sua padroeira e santa de devoção mesmo antes do município existir, quando grande incêndio atingiu o carnaubal, um barão teria pedido a interseção da santa que mandou chuva em abundância e apagou o fogo. O barão construiu uma capela em agradecimento a Santa Luzia e a santa passou a ser venerada pela população. Toda essa história é contada com orgulho pelos munícipes. As gravações foram realizadas no mês de abril de 2021 por uma equipe especializada como afirma Zelitto Coringa “ Fizemos questão de contar em nossa equipe com a participação do documentarista Alexandre Santos e da fotógrafa e editora de imagens, Edileusa Martins do Coletivo Caminhos, Comunicação & Cultura, ambos com grande experiência na produção audiovisual de nosso estado”. Zelitto também destaca que será  uma excelente oportunidade para contar a história da cidade do seu município que foi berço da Cantora Núbia Lafayete e do líder sindical salineiro Manoel Torquato que fundou o Sindicato do Garrancho (onde os trabalhadores para encobrirem seus rastros, amarravam garranchos nas pernas). O município abriga ainda hoje a maior reserva de carnaubeiras da américa latina. “Queremos documentar a história de Carnaubais através dos relatos de seus moradores e de personagens do município que guardam a rica memória dos acontecimentos vividos e disponibilizar o documentário para as pessoas interessadas na história do município” afirma Coringa que acredita que a obra poderá contribuir de forma efetiva com o resgate da memória e da história do município. O lançamento ocorre no dia do aniversário da cidade, 18 de setembro ás 19h00 no canal do Youtube da ZCRIAR , no endereço: https://www.youtube.com/channel/UCdiqPoBsCGVfyR1yOAUJ-qg 

Artistas do município participam do documentário. 

Além dos aspectos históricos que marcaram Carnaubais, o documentário registra a presença de vários artistas que residem no município e que fazem a cena cultural. A presença dos violeiros Hominho Costa e José Jonhson, do músico Johnatan Lopo, da educadora e poetisa Aldinete Sales, da cantora Rafaela Souza que interpreta as músicas de Núbia Lafayete e dos jovens músicos João Vítor e Júnior Mendes, dentre outros, dão a perfeita dimensão do celeiro cultural e artístico que habita o município. “Na condição de artista nascido em Carnaubais, sei da importância de ouvir a classe artística e mostrar nossos valores culturais. Nossa história é o que nos identifica e diz muito sobre quem fomos e quem somos, por isso mesmo fiz questão de também assinar a trilha musical do filme” Destaca Zelito Coringa que acredita que toda a sociedade Carnaubaense se sentirá privilegiada por ver sua história na tela e sendo vista por pessoas de todos os lugares onde a rede mundial de computadores possa chegar. Durante as gravações foram tomados os cuidados sanitários necessários como sanitização dos equipamentos, uso de máscaras e distanciamento social em face a pandemia de Covid-19. 

O documentário Carnaubais: Nossa gente, nossa história, está sendo realizado com recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

 

Contatos:

Assessoria de comunicação: 99173-6180 – Alexandre Santos

ZCRIAR: 9 9864-4168:  Zelitto Coringa


A Educação no Município de Carnaubais-RN: desafios e perspectivas.

Carnaubais é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Norte localizado na microrregião do Vale do Açu. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano 2010 sua população era estimada em 9.775 habitantes. Área territorial de 530 km².

Foi Antônio Pereira de Albuquerque o primeiro habitante de uma localidade, onde situava-se uma área com vista ampla, verde e bela, com muitas carnaubeiras ao redor e com boa terra para cultivar. Logo depois chegara Abel Alberto da Fonseca, que iniciou as primeiras construções, se tornando pioneiro na organização urbana da povoação que estava nascendo.

Através da participação de figuras dedicadas a comunidade o povoado começou a se desenvolver, e entre elas destacaram-se o Monsenhor Honório, primeiro vigário, a professora Adalgisa Emídia da Costa, a incentivadora cultural Celina Moura e Olavo Lacerda Montenegro, que lutou pela sua emancipação política.

Em 18 de setembro de 1963, através da Lei nº 2.927, Carnaubais desmembrou-se de Assú. Após onze anos de sua emancipação política enfrentou sua mais terrível batalha, a luta contra a fúria das águas. Em 1974, uma enchente destruiu a cidade e a população ficou desabrigada. Apesar do sofrimento o povo resistiu e com a participação dos Governos Federal, Estadual e Municipal, a cidade foi reconstruída em outro local. Estamos vivenciando as festividades alusivas ao aniversário da nossa querida terra dos verdes carnaubais.

A educação da rede municipal de Carnaubais-RN conta hoje com uma demanda de 1.552 alunos, distribuídos em 09 escolas, sendo 03 na zona urbana e as demais nas zonas rurais, atendendo alunos da educação infantil ao ensino fundamental anos iniciais e finais, compreendendo a EJA.  Temos 01 escola de ensino médio e 01 de ensino fundamental anos inicias e finais da rede estadual, recém reformada e localizada no centro da cidade que traz o nome da primeira professora e incentivadora cultural. O município desde o primeiro decreto de nº DECRETO Nº 29.524, DE 17 DE MARÇO DE 2020., SEEC/RN, começou seu grande desafio, as escolas foram fechadas e os serviços educacionais foram interrompidos, tendo ainda que enfrentar em 2020 anulação de mandato de prefeito e desestruturação na gestão, levando assim a forte intranquilidade nas políticas públicas, afetando todo quadro educacional, mais ainda a vida de estudantes e professores. Apesar disso, da falta de direcionamento, entre outros incontáveis obstáculos, parte dos nossos educadores logo se transformaram em docentes digitais, compraram seus equipamentos, a medida do possível, outros também foram se adaptando mesmo com as limitações e estão trabalhando até o presente momento, incansavelmente, para manter acesa a chama do esperançar. Mas somos conscientes que mesmo com a junção de todos os esforços para doação do ensino remoto, os prejuízos à aprendizagem das nossas crianças e adolescentes têm sido desmedidos. E dentre tantos, estão os diferentes níveis de apoio familiar, a falta de acesso a equipamentos básicos e internet para acompanhar as aulas remotas na grande maioria dos domicílios. Os impactos na aprendizagem não são fáceis de mensurar e são apontados em falas de todos os profissionais da área. Essa marca infelizmente ficará, talvez com consequências por décadas na vida dos alunos, professores e porque não dizer de toda sociedade. Contudo, ainda vale lembrar, a crise poderia ser contabilizada com número maior, se não houvesse o comprometimento dos professores que, mesmo bem longe das condições ideais, brotaram, em curto espaço de tempo e superaram barreiras, preocupações diversas, perdas, tristezas, resistências e adentraram-se, sem entender, no mundo digital.

Chegamos ao mês de setembro de 2021, com fortes cicatrizes seguidas de muitas incertezas na pasta, com as escolas passando por melhorias em seus espaços físicos e sendo adaptadas com os protocolos de biossegurança. As melhorias estão acontecendo inicialmente nas estruturas maiores, gradativamente acontecerá nas demais. Quanto ao retorno na rede como um todo ainda não está afirmado pela gestão, declarando a situação estrutural em andamento e impasses licitatórios. Ficou acordado em reunião do dia 17 de agosto, com o CME, SINDISEC, COMISSÃO DE RETOMADA e GESTÃO MUNICIPAL que, após início nas escolas apontadas como prioritárias, avaliar-se-ia para posteriormente iniciar-se nas demais. Na semana de 20 à 24/09 uma visita será feita em todas as escolas para averiguarmos os avanços, antes do retorno “total” presencial e que as aulas sejam retomadas após o cumprimento integral dos protocolos de biossegurança, que a gestão movimente a volta quando os profissionais receberem a 2ª dose da vacina respeitando assim a escuta dos mesmos e de algumas famílias.  Não será uma retomada de onde paramos – o retorno exigirá responsabilidade de diversas frentes e demandará intensa articulação e contextualização local. Além das ações de natureza intersetorial, sempre necessária, a retomada das atividades presenciais nas escolas da nossa rede de ensino exigirá das assessorias centrais da educação, uma série de iniciativas em múltiplas dimensões e que ponderem o ineditismo do cenário atual.

 Quanto a vacinação dos profissionais até meados de outubro toda classe estará vacinada, é evidente que tempos difíceis como esses são tendentes à dissolução de políticas públicas, especialmente quando já somos parte de uma cultura política que não fixa educação como prioridade.  Portanto, os desafios vivenciados em nosso município, não diferem da maioria dos municípios brasileiro, há necessidade de se criar uma estrutura educacional adequada a realidade, uma boa gestão, que possa articular a qualificação, a motivação e o comprometimento de todos os atores. A formação continuada, com ênfase na educação híbrida, para todos e todas, alinhada à BNCC, reestruturação dos espaços físicos escolares com acesso a conectividade para toda rede, assinalar norma de avaliação para averiguar a aprendizagem dos estudantes, implementar urgentemente uma campanha de combate à evasão escolar. A questão social das crianças e jovens também é sofrível e precisa ser agrupada as ações, o acolhimento, a BUSCA ATIVA precisa ser abraçada por todos os atores. Sabemos que gerir a pasta da educação não é uma tarefa fácil, especialmente neste novo cenário, há necessidade de um planejamento pautado por desafios, metas e estratégias constantes e flexíveis, que precisam ser construídas a partir da análise do contexto, do RX completo da rede com olhar daqui para frente.

Pois, “Na velocidade que as coisas estão mudando é nosso dever pensar um pouco mais para onde estamos indo e levando conosco nossos estudantes. Precisamos sair da toca. Não somos mais apenas professores. Somos, também, analistas de tendências. E isso é muito estimulante. Devemos entender melhor o mundo para dialogarmos melhor com ele. [...] Deixemos nossas tocas. Quem hiberna são os ursos. Muitos deles, aliás, estão ameaçados de extinção”. Clebesch (2007, p. 1)

Sendo assim, o CME reforça que o direito a educação é assegurado para os cidadãos e está positivado na Constituição no seu Art. 6° como um direito social, mediante políticas públicas, que esse direito seja alcançado por todos e todas. Ademais, os programas e políticas junto ao FNDE, estão acontecendo timidamente, reflexo deste cenário brasileiro, desastrosos e obscuro que hora vivemos. Apesar de tudo, não devemos perder a esperança, que os desafios postos pela pandemia sejam minimizados com diálogo, planejamento, vontade e seguridade orçamentária, aqui e em qualquer lugarejo deste nosso país.

 



 Josélia Coringa B. de Morais

Presidente do Conselho Municipal de Educação.

Carnaubais-RN, 11 de setembro de 2021

 

 


CITAÇÃO:

CLEBESCH, J. Muito além do jardim. Disponível em www.profissaomestre.com.br