segunda-feira, 31 de agosto de 2009

TATIANA COBBETT E MARCOLIVA LANÇAM 2º CD


O segundo disco de TATIANA COBBET e MARCOLIVA será lançado hoje no TOM JAZZ a banda base é composta por Tatiana Cobbet, Marcoliva, Rafael Calegari, Caio Muniz e Mauro Borghzan, com as participações especiais de Alessandro Kramer (Rio de Janeiro), de Jobert Narciso (Minas Gerais) e Anaí Rosa, Roberta Valente (São Paulo)e Zelito Coringa (RN)A dupla reuniu nas 19 faixas do CD, 10 compositores e 26 músicos, entre instrumentistas e cantores. Toda essa gente está espalhada por nove estados e traz no sangue os mais diversificados ritmos do Brasil –do forró ao choro, passando por valsa, samba, rock, baladas, entre muitos outros. A produção musical é de Rafael Calegari e todos os registros foram feitos no Estúdio Lemory, de Florianópolis; Promidia, em Natal; masterização e impressão da paulista Ponto4 Digital.

O compositor, cantor e violonista Marcoliva conta que o álbum é uma produção independente, sem gravadora e com um total de duas mil cópias, que serão comercializadas durante os shows e também pela internet – www.sonoraparceria.com.br/benditacompanhia. “Cumprimos com a nossa meta que era a de registrar a produção própria, os nossos encontros, o nosso fazer”, diz a bailarina, compositora e cantora Tatiana Cobbett. Seu parceiro complementa: “O “Bendita Companhia” reúne a turma com quem a gente de fato tocou, com quem estabelecemos uma relação artística íntima”. A conexão com outros músicos, conta o produtor e baixista Rafael Galegari, trouxe uma troca de saberes e uma gostosa versatilidade musical. “O Bendita é uma mistura de referências. Nele, encontram-se momentos bem diferentes, com vários elementos como improvisações, contrapontos e outras dinâmicas”, completa Calegari, afirmando que esses "atrativos musicais caracterizam a autenticidade do trabalho”. Já Tom Zé assina: “Muitas faixas ficam mais tempo no ouvido e, escutando, imaginei as canções e vocês fazendo aparecer toda a potencialidade encenável delas, levando para o palco o resultado que inventam pra ele".

Com o produto na mão, a dupla pensa voltar aos estados para lançar o disco em distintos shows. Este trabalho, lembra a compositora, é a união de músicos que forneceram influências diversas em encontros e parcerias únicas. “Estes benditos parceiros influenciaram a nossa forma de fazer música, fomos nos conhecendo nas estrada e nos palcos do país”, reafirma Tatiana. Um bom exemplo dessa intimidade entre os compositores é a música “Xote Lindo”, faixa 16, uma parceria entre Marcoliva, Rafael Calegari e Zelito Coringa durante uma turnê pelo Rio Grande do Norte e Sergipe. Foi no Nordeste que Calegari e Zelito encontram uma paixão em comum: o cavaquinho. E foi daí que surgiu a música com sotaque nordestino, backing vocal de Ângela Castro e Tiquinha Rodrigues, do Grupo Rosa de Pedra, percussão do jovem e talentoso Sami Tarik e violão de Guinha Ramires. O forró Pé de Serra traz o ritmo e o sotaque da potiguar Khrystal junto ao vibrante acordeom de Alessandro BB Kramer.

O grupo Mandumblá, hoje gravando o próprio CD, é de certo modo mais um filho dessas benditas companhias. Os parceiros conheceram o baixista Zé Fontes, catarinense de Blumenau, em Natal, no Rio Grande do Norte, onde vive há 15 anos. Zé Fontes reuniu um time para musicar a faixa oito, “Gangorra”, e surgiu o grupo Mandumblá. Harmoniosa também é a união de Tatiana com o gaúcho BB Kramer na primeira música “Aleivosia”. O já premiado “Chorei e Disse” traz o bandolim do catarinense Geraldo Vargas e o pandeiro de Alexandre Damaria numa homenagem ao mais antigo gênero musical brasileiro: o chorinho. Destaque ainda é a viola do paranaense Mauro Albert que dá leveza à valsa “Brincadeira”, outra composição de Tatiana Cobbett. O frevo “Vale do Ribeira” é dançante e agrada de Norte a Sul e dos 8 aos 80 anos. Já “Teu Samba” é o retrato da jinga musical verde-amarela e o “Reggae J.Gilberto”, uma composição da dupla feita no Rio de Janeiro.

O álbum mostra também as instrumentais “Doce Vale”, do mineiro Jobert Narciso, e “No Caminho”, dos catarinenses Calegari e Nei Plat, além da bonita composição “Cor Nua”, dos sergipanos Joubert Moraes e Mariacida, nas vozes de Tatiana, Marcoliva (violão) e Joubert (violão), com piano do catarinense Luis Gustavo Zago. Destaque para a moderna “Procurai”, com letra forte, boa pegada e ótimos solos do guitarrista Luciano Bilú, que vem se destacando no cenário musical catarinense.
FONTE: BENDITA PARCERIA

O LANÇAMENTO do CD Bendita Companhia
SERÁ LOGO MAIS ÁS 22 horas
No Tom Jazz, na Angélica, 2331, São Paulo -

VALE LEMBRAR QUE ESSA BOA MUSICA ESTEVE EM CARNAUBAIS. EVENTO SEXTA DE ARTE

A EDUCAÇÃO INFANTIL E O PLANO DE CARREIRA



Um dos grandes desafios a serem enfrentados pelos municípios na revisão dos planos de carreira é, sem sombra de dúvida, a devida valorização dos profissionais que trabalham na educação infantil.
Todos recordam que representou um avanço a aprovação dos artigos 29 a 31 na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n°. 9394/06). Neste texto legal a educação infantil foi reconhecida como a primeira etapa da educação básica, garantindo com isso o caráter educacional ao atendimento às crianças de zero a seis anos (só mais recentemente as crianças de seis anos passaram para o ensino fundamental).

Art. 29. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.
Art. 30. A educação infantil será oferecida em:
I - creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade;
II - pré-escolas, para as crianças de quatro a seis anos de idade.
Art. 31. Na educação infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.

Antes da LDB, como regra, o atendimento desta faixa etária estava sob a responsabilidade da área de assistência social. Por isso a mesma lei estabeleceu no seu artigo 89 as regras de transição de todo o serviço para a educação, dando um prazo de três anos para que esta transição se realizasse, ou seja, até dezembro de 1999.

Art. 89. As creches e pré-escolas existentes ou que venham a ser criadas deverão, no prazo de três anos, a contar da publicação desta Lei, integrar-se ao respectivo sistema de ensino.

Passados dez anos do prazo para a transição estabelecida no artigo transcrito acima muita coisa continua indefinida. É verdade que as antigas “creches” foram transferidas e assimiladas pelas secretarias de educação. Também é verdadeiro que o atendimento progrediu para possuir um caráter educacional mesmo que mantendo os cuidados específicos necessários a faixa etária.

A questão mal resolvida continua sendo o que fazer com os antigos profissionais herdados da área da assistência, com seus cargos de diferentes nomenclaturas (monitores, agentes de creche, auxiliares de creche, pajem, etc).

Em primeiro lugar, temos unidades de educação infantil que mantiveram os cargos anteriores e até realizaram concurso para novos profissionais.

Em segundo lugar, em muitos municípios a solução foi mista, incorporando professores concursados, que passaram a trabalhar ao lado dos antigos monitores.

Em terceiro lugar, em poucos municípios houve uma redefinição dos antigos cargos, os quais foram extintos e seus ocupantes convertidos em professores com nível médio na modalidade normal.

A recente Resolução n°. 02 de 2009, de autoria da Câmara de educação Básica do Conselho Nacional de Educação é clara sobre o assunto: os novos planos devem contemplar todas as etapas e modalidades e, por conseguinte, resolver as dubiedades existentes de nomenclatura dos cargos na educação infantil, como fica claro no seu parágrafo primeiro do artigo segundo.


Artigo 2°.

§ 1º São considerados profissionais do magistério aqueles que desempenham as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais, exercidas no âmbito das unidades escolares de Educação Básica, em suas diversas etapas e modalidades (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial, Educação Profissional, Educação Indígena), com a formação mínima determinada pela legislação federal de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Este é um assunto que deve ser priorizado pelos gestores e sindicatos quando da formatação dos Planos de Carreira.

POR: Luiz Araujo

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

FRASE DO DIA

Eles podem esquecer o que você disse, mas eles nunca esquecerão como você os fez sentir.

(Carl W. Buechner)

Dicas de Português | Pegadinha Gramatical



"Convidam a família e os amigos a participarem da cerimônia..."


Joseleide e Anacleto convidam a família e os amigos a participarem da cerimônia de casamento de sua filha.É assim mesmo que se escreve em um convite de casamento?

O verbo convidar, no sentido de solicitar a presença de alguém, chamar, convocar exige a preposição para, e não a prep. a.

A preposição a será exigida pelo verbo convidar nos seguintes significados:

Pedir, requerer, demandar, ordenar cortesmente. Por exemplo:

Convidou-o a se retirar.

Despertar a vontade, atrair, induzir, predispor. Por exemplo:

O silêncio convidava-o à meditação.

Incitar, impelir, provocar. Por exemplo:

A injustiça convida à revolta.

Quanto ao verbo participar, o mais adequado é deixá-lo no plural, como está na frase apresentada.

A frase apresentada, então, deve ser assim estruturada:

Joseleide e Anacleto convidam a família e os amigos para participarem da cerimônia de casamento de sua filha.

POR DILSON CATARINO
E-mail: dilsoncatarino@uol.com.br

Ministro pede definição sobre marcos do novo plano nacional

No encontro que teve nesta quinta-feira, 27, com 12 integrantes da comissão nacional organizadora da 1ª Conferência Nacional de Educação, o ministro Fernando Haddad explicou que é importante a conferência definir os marcos do novo Plano Nacional de Educação (PNE), que vai vigorar de 2011 a 2020.

O PNE, que será construído a partir das decisões tomadas pela conferência nacional, deve ser objetivo nas metas e nas formas de sustentabilidade econômica. Na prática, disse o ministro, será preciso dizer, por exemplo, o que significa universalizar o acesso à pré-escola, o que significa colocar 50% das crianças em creches públicas, o que significa duplicar as vagas na pós-graduação. Metas e recursos para alcançá-las devem andar juntos. “Se a conferência sair com um documento arrojado, mas factível, teremos um Plano Nacional de Educação forte”, disse Haddad.

O coordenador da comissão preparatória da Conae e secretário executivo adjunto do MEC, Francisco das Chagas, fez um relato do andamento das discussões pelo país. Além das conferências estaduais que acontecem neste semestre, Chagas informou ao ministro sobre um documento aprovado pelo Conselho Nacional de Educação com análise sobre o Plano Nacional de Educação, em vigor até 2010, e que está disponível a título de subsídios aos debates. Informou também que a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizará cinco seminários regionais e um nacional preparatórios para a Conae.

Sistema nacional - A 1ª Conferência Nacional de Educação tem como tema central a construção de um sistema nacional de educação e a definição de diretrizes para o PNE 2011-2020. A preparação do evento nacional ocorre durante todo o ano de 2009 com debates nas escolas, nos municípios e nos estados. De 28 de março a 1º de abril de 2010 será realizado o encontro nacional, em Brasília, com a presença de 600 delegados que representam os setores públicos e privados da educação em todos os níveis e modalidades. A página eletrônica da Conae traz informações, documentos e calendário de atividades.

FONTE: MEC