sexta-feira, 12 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
“Sobre a coragem de mudar”
Em tempos passados o normal era que um jovem escolhesse uma
carreira e permanecesse nela até morrer, ainda que ela não lhe desse felicidade, tal como acontecia também com os
casamentos. Para sempre, até que a morte os separe. Uma coisa boa dos tempos em
que vivemos, a despeito de todas as suas confusões, é que as pessoas
descobriram que é possível mudar a direção do vôo. Nada as obriga a voar sempre
na mesma direção até o fim. Eu mudei minhas direções várias vezes e não me
arrependo. Meu amigo Jether era um próspero dentista na cidade do Rio de
Janeiro. Estava ficando rico. Riqueza dá segurança. Segurança dá tranquilidade
à família. Mas enquanto ele olhava para o mundo delimitado pelos dentes dos
seus clientes, a sua alma voava por outros mundos! E foi assim que, num belo
dia, ele resolveu voar. Chegou em casa e comunicou à esposa Lucília: “Meu bem,
vou vender o consultório”. E assim, com mais de quarenta anos, voltou para a
estaca zero e foi se preparar para o vestibular… E ele seguiu um caminho feliz!
Está com 82 anos, tem cara de 60, disposição de 40 e leveza de criança! Cada
profissão delimita um mundo: há o mundo dos advogados, dos dentistas, dos
engenheiros, dos professores, dos médicos, dos músicos, dos artistas, dos
palhaços, do teatro. O jovem estudante do filme Sociedade dos poetas mortos
sonhava em ser artista de teatro. Mas seu pai havia mirado seu arco para a
medicina… Dezoito ou dezenove anos é muito cedo para definir o que se vai fazer
pelo resto da vida. Esse é um tempo de procuras, indefinições, sonhos confusos.
É normal que, ao meio do curso universitário, o jovem descubra que tomou o trem
errado e se disponha a saltar na próxima estação. É angústia para os pais.
Claro, porque o que eles mais desejam é ver o filho formado, empregado,
ganhando dinheiro. Isso lhes daria liberdade para viver e permissão para
morrer… Mas não seria terrível para ele – ou ela – se, só para não “perder
tempo”, “só para não voltar ao início”, continuasse até o fim? Se não quero ir
para as montanhas, se quero ir para a praia, por que continuar a dirigir o
carro pela estrada que vai para as montanhas? Pais, não fiquem angustiados. Sua
angústia é inútil. E nem fiquem com a ilusão de que o diploma dará emprego ao
filho. Não dará. Assim é melhor ir devagar seguindo a direção que o coração
manda. O difícil, para os pais, será se o filho, no último ano de direito, lhes
comunique: “Descobri que não gosto de
Direito. Vou estudar para ser palhaço!” Aí posso imaginar o embaraço do pai
e da mãe quando, em meio a uma reunião social, quando se fala sobre os filhos,
alguém lhes dirija a palavra e diga: “Meu filho está no Itamarati. Vai ser
diplomata. E o seu?” Resposta: “O nosso está no circo. Vai ser palhaço…” Cá
entre nós: não sei qual profissão dá mais felicidade, se a de diplomata ou se a
de palhaço…
Por Rubem Alves
"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como
sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola,
ela mesma, seja um fragmento do
futuro..."
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como
sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola,
ela mesma, seja um fragmento do
futuro..."
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
É ISSO..
“A gente precisa continuar acreditando: que vale a pena ser honesto. Que
vale a pena estudar. Que vale a pena trabalhar. Que é preciso
construir: a vida, o futuro, o caráter, a família, as amizades e os
amores”
E, por que não?, temos uma democracia que tem de funcionar e proporcionar a este povo brasileiro decência, dignidade, alegria, segurança, respeito, seriedade. Que sejamos, com eleições e toda a balbúrdia, menos alienados e menos fúteis – para sermos menos sofridos. Lya luft
E, por que não?, temos uma democracia que tem de funcionar e proporcionar a este povo brasileiro decência, dignidade, alegria, segurança, respeito, seriedade. Que sejamos, com eleições e toda a balbúrdia, menos alienados e menos fúteis – para sermos menos sofridos. Lya luft
sábado, 6 de setembro de 2014
VIVA ADALGIZA! O DESFILE FOI UM SUCESSO. PARABÉNS EQUIPE.
A Escola Estadual Professora Adalgiza Emídia da
Costa apresentou, um magnifico desfile, levou para avenida A 1º
mostra de arte e leitura e exaltou os 66 anos de esforço e dedicação ao
desenvolvimento educacional e cultural de Carnaubais.
Com o ESTANDARTE da escola a Aluna Valéria do 6º
ano.
A
Comissão de frente com bambolês mostrando a sigla da escola e em seguida as
portas-bandeiras.
BRASIL
RN
CARNAUBAIS
ESCOLA
1ª BANDA:
FANFARRA CHICOS VERAS DE ANGICOS
Nas alas temáticas mostramos:
A 1ª ala mostrou a simbologia de um livro O MESMO INDICOU O 10º
INERFEST (projeto que já é tradição na escola) SEGUIDO DO TEMA GERADOR DO PROJETO DE LEITURA: ADALGIZA TE QUERO LENDO
E ESCREVENDO.
A 2ª ALA O SUBTEMA (ALÉM DE
BOLA, BONEÇA E PIÃO, LIVRO E IMAGINAÇÃO) fruto de um projeto indicado pela
professora Josélia Coringa que o elaborou inspirada nessas citações:
”Se não morre aquele que escreve um livro ou
planta uma árvore, com mais razão, não morre o educador, que semeia vida e
escreve na alma”. Jean Piaget
Contos de fadas, fábulas, parábolas, adivinhação, causos e histórias encantadas são caminhos de entrada para o mundo da imaginação. Rubem Alves, sabiamente diz: “Coisa gostosa é brincar! Brinquedos dão alegria: bonecas, pipas, piões, bolas, petecas, balanços... Mas há brinquedos que são feitos com algo que a gente não pode nem tocar e nem pegar: brinquedos que são feitos com palavras”. Eis o nosso tema:...que abraçado pela diretora Nair Luiza, pela coordenadora Francisca Izabel e por todos os professores resultou em um trabalho positivo para escola.
Contos de fadas, fábulas, parábolas, adivinhação, causos e histórias encantadas são caminhos de entrada para o mundo da imaginação. Rubem Alves, sabiamente diz: “Coisa gostosa é brincar! Brinquedos dão alegria: bonecas, pipas, piões, bolas, petecas, balanços... Mas há brinquedos que são feitos com algo que a gente não pode nem tocar e nem pegar: brinquedos que são feitos com palavras”. Eis o nosso tema:...que abraçado pela diretora Nair Luiza, pela coordenadora Francisca Izabel e por todos os professores resultou em um trabalho positivo para escola.
A
3ª ala A BELA ADORMECIDA é um
clássico conto de fadas
cuja personagem principal é uma princesa, enfeitiçada por uma maléfica feiticeira para cair
num sono profundo, até que um príncipe encantado a desperte com um beijo
provindo de um amor verdadeiro.
TURMA DO
1º ANO DA PROFESSORA Ceição Vieira.
Na
4ª ala é a Branca de neve O conto na versão dos irmãos Grimm, uma rainha
ao lançar o olhar para a neve, picou o
dedo com a agulha, e três gotas de sangue pingaram sobre a neve, o que a deixou admirada e a fez
pensar que, se tivesse uma filha, gostaria que fosse "alva como a neve,
rubra como o sangue e com os cabelos negros como o ébano da janela". Turma do 2º
ano da professora Maria Daluz.
Na 5ª ala
mostrou lindamente A reunião das letras “Um livro de Karla Maria e Queiroz uma maravilhosa viagem ao universo das
letras, um mundo encantado onde tudo é possível acontecer, as palavras saltitam,
discutem e se divertem umas com as outras e ensinam de forma divertida. O
alfabeto é um companheiro permanente para quem ensaia os primeiros passos no
universo da escrita. Sob a responsabilidade da professora do 3º ano Gilzineide
Como a
matemática não poderia faltar a 6ª ala mostrou A TABUADA CANTADA. Essa que Antigamente tinha
que sabê-la “na ponta da língua”, hoje os métodos utilizados para que o aluno
aprenda são bem diversificados. Turma
do 5º ano sob orientação do professor Edson Cândido.
Na 7ª ala a frase: ATRAVÉS DA LEITURA DE BONS LIVROS
UMA NOVA PORTA SE ABRE PARA O FUTURO. Mais uma vez enaltecendo o livro como
peça fundamental para o desenvolvimento das sociedades e para o crescimento intelectual
do indivíduo.
O 8ª ala
maravilhosamente linda resgatou O CIRCO.
A
magia do circo
nos remete a algo incrível, nos fazendo viajar na alegria dos palhaços, nas
acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que esta arte
difundida no mundo todo exista desde a
antiguidade, embora hoje pouco valorizada. E ASSIM O PROFESSOR Arinaldo Sales
com sua turma do 4º ano A, mostraram que “A Literatura pode ser uma grande
brincadeira assim como o circo.”
A
Ala seguinte traz o PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO, e abre com mais uma simbologia do livro.
“ A leitura é como plantar uma árvore e regá-la... sem elas não colheremos os frutos de uma sociedade melhor. Sob a coordenação do Professor Arinaldo Sales.
“ A leitura é como plantar uma árvore e regá-la... sem elas não colheremos os frutos de uma sociedade melhor. Sob a coordenação do Professor Arinaldo Sales.
Considerado um clássico da
literatura infantil brasileira, A 10º ala é: Chapeuzinho
Amarelo de Chico Buarque de Holanda,
|
que apresenta uma heroína com características culturais de um novo tempo
enfrenta os conflitos presentes na criança moderna que, muitas vezes, se deixa
dominar pelo medo e esse medo de tudo a impede de viver enquanto criança,
isolando-a do mundo, dos prazeres da infância e da alegria de viver. Turma da
professora Letíca Alves 4º ano B, acompanhados pela monitoras Aldirene e
Aldinete.
Em
seguida vem uma homenagem ao escritor e cartunista Ziraldo,
Com "O Menino Maluquinho", e ele
costuma dizer que “ler é mais importante do que estudar”. O dito já gerou
polêmica entre educadores; mas concluímos que a afirmação é certeira, pois só
gosta de estudar quem gosta de ler. Responsáveis às monitoras:
Aldirene/Aldinete e Elizete
MONTEIRO
LOBATO não poderia faltar nessa mostra e veio com o Sítio do Pica-Pau
Amarelo que é uma série de vinte e três livros de fantasia,
escrita pelo autor brasileiro. Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê. Eis
a obra desse grande e inesquecível autor.
BANDA
FANFARRA ROSA DO VALE DO ALTO DO RODRIGUES que todo ano vem abrilhantar o nosso
desfile.
A
aluna Suelen rainha do JECAR abre a ala do atleta na escola, atletas destaque vencedores dos jerns-2014.
A
13ª ALA com os alunos do 6º ano, as
memórias da nossa gente “ Dos índios tapuios à atualidade” fragmentos do livro
“ A HISTORIGRAFIA DA TERRA DOS VERDES CARNAUBAIS, do professor escrito
Francisco Antônio de Oliveira.




A
14ª ALA fez uma homenagem ao poeta, cordelista Antônio Francisco e mostrou-nos “Dez cordéis
num cordel” destacando os cordéis: MEU
SONHO, OS ANIMAIS TÊM RAZÃO, A ARCA DE NOÉ e AQUELA DOSE DE AMOR. Organizada
pelos professores: Filipe Moura, João Batista e Anna Tereza juntamente com os
alunos do 7º ano.
15ª
ala dos alunos do 8º e 9º ano, fizeram uma merecida homenagem ao grande escritor do
AUTO DA COMPADECIDA, Ariano Suassuna, organizada pelas professoras: Odenir Lira
e Edinete, mostrou-nos
algumas de suas obras e fez-nos refletir: A humanidade se divide em dois
grupos, os que concordam e os equivocados.
16ª
Ala os nossos alunos fardados sob a organização do professor Cícero Macedo.
17º
ala trouxe-nos os ex-alunos, hoje alunos do IFRN que muito nos orgulha. O sonho de cursar o ensino médio em uma instituição federal agora
é realidade bem PERTO DE NÓS. Desde a fundação dos institutos na nossa região,
temos contribuído com a aprovação dos mesmos.
EM NOME DA DIREÇÃO OS NOSSOS AGRADECIMENTOS: AOS
PAIS, ALUNOS, COMUNIDADE, COLABORES, AS BANDAS, AOS PROFESSORES, A ESCOLA
ALCIDES
(Diretor Frank Mare) PÚBLICO PRESENTE e FUNCIONÁRIOS COMO UM TODO.
Breve as fotos de acordo com as respectivas alas. ( Essas foram tiradas ainda na concentração).
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