sábado, 18 de abril de 2009

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL




18 DE ABRIL
"Um país se faz com homens e livros"
(Monteiro Lobato)


José Bento Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba. Estreou no mundo das Letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios Kennedy e Paulista.

No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, dividiu-se entre suas principais paixões: escrever e desenhar. Colaborou em publicações dos alunos, vencendo um concurso literário, promovido em 1904 pelo Centro Acadêmico XI de Agosto.

Morou na república do Minarete, liderou o grupo de colegas que formou o Cenáculo e mandou artigos para um jornalzinho de Pindamonhangaba, que tinha como título o mesmo nome daquela moradia de estudantes.

Nessa fase de sua formação, Lobato realizou as leituras básicas e entrou em contato com a obra do filósofo alemão Nietzsche, cujo pensamento o guiaria vida afora.

Viveu um tempo como fazendeiro, foi editor de sucesso, mas foi como escritor infantil que Lobato despertou para o mundo em 1917.

Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, "A menina do Narizinho Arrebitado". Com capa e desenhos de Voltolino, famoso ilustrador da época, o livrinho, lançado no natal de 1920, fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta.

Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal, da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema.

No Sítio do Picapau Amarelo, Peter Pan brinca com o Gato Félix, enquanto o Saci ensina truques a Chapeuzinho Vermelho no país das maravilhas de Alice. Mas Monteiro Lobato também fez questão de transmitir conhecimento e idéias em livros que falam de história, geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática - aquela em que se aprende brincando.

Trabalhando a todo vapor, Lobato teve que enfrentar uma série de obstáculos. Primeiro, foi a Revolução dos Tenentes que, em julho de 1924, paralisou as atividades da sua empresa durante dois meses, causando grande prejuízo. Seguiu-se uma inesperada seca, obrigando a um corte no fornecimento de energia. O maquinário gráfico só podia funcionar dois dias por semana.

E, numa brusca mudança na política econômica, Arthur Bernardes desvalorizou a moeda e suspendeu o redesconto de títulos pelo Banco do Brasil. A conseqüência foi um enorme rombo financeiro e muitas dívidas. Só restou uma alternativa a Lobato: pedir a autofalência, apresentada em julho de 1925. O que não significou o fim de seu ambicioso projeto editorial, pois ele já se preparava para criar outra empresa.

Assim surgiu a Companhia Editora Nacional. Sua produção incluía livros de todos os gêneros, entre eles traduções de Hans Staden e Jean de Léry, viajantes europeus que andaram pelo Brasil no século XVI. Lobato recobrou o antigo prestígio, reimprimindo na empresa sua marca inconfundível: livros bem impressos, com projetos gráficos apurados e enorme sucesso de público.

Sofreu perseguições políticas na época da ditadura, porém conseguiu exílio político em Buenos Aires. Lobato estava em liberdade, mas enfrentava uma das fases mais difíceis da sua vida. Perdeu Edgar, o filho mais velho, e presenciou o processo de liquidação das companhias que fundou e, o que foi pior, sofreu com a censura e atmosfera asfixiante da ditadura de Getúlio Vargas.

Partiu para a Argentina, após se associar à Brasiliense e editar suas Obras Completas, com mais de dez mil páginas, em trinta volumes das séries adulta e infantil. Regressou de Buenos Aires em maio de 1947 para encontrar o país às voltas com situações conflituosas do governo Dutra. Indignado, escreveu "Zé Brasil".

No livro, o velho Jeca Tatu, preguiçoso incorrigível, que Lobato depois descobriu vítima da miséria, vira um trabalhador rural sem terra. Se antes o caipira lobatiano lutava contra doenças endêmicas, agora tinha no latifúndio e na distribuição injusta da propriedade rural seu pior inimigo. Os personagens prosseguiam na luta, mas seu criador já estava cansado de tantas batalhas. Monteiro Lobato sofreu dois espasmos cerebrais e, no dia 4 de julho de 1948, virou "gás inteligente" - o modo como costumava definir a morte.
Monteiro Lobato foi-se aos 66 anos de idade, deixando uma imensa obra para crianças, jovens e adultos e o exemplo de quem passou a existência sob a marca do inconformismo.

Pesquisa no site www.lobato.com.br

Dia Mundial do Livro


Dia Mundial do Livro
Apesar do surgimento de tantas novas tecnologias, o livro ainda permanecerá muito tempo entre nós, apesar de muitos alardearem sua futura "aposentadoria". Ele ainda é a forma mais democrática e acessível de conhecimento, se considerarmos a população mundial como um todo. E, há lugar para todos, felizmente!

O dia-homenagem foi instituído pela Unesco em 1996. Ele é celebrado em cerca de 100 países, e mobiliza uma vasta rede internacional de editores, livreiros, bibliotecários, associações de autores, tradutores e muitos outros amigos da causa do livro e da leitura. É importante que se tome consciência dos benefícios econômicos, morais e cívicos da leitura, para que os indivíduos possam engajar-se na luta por um mundo melhor.

A escolha do dia deve-se ao fato que vários escritores consagrados, como Miguel de Cervantes, William Shakespeare, Vladimir Nabokov e Josep Pla, nasceram ou morreram em um 23 de abril.

O acesso à herança cultural através do livro possibilita o enraizamento do sujeito na comunidade, por dar-lhe suporte e coesão de idéias. O sentido comunitário do livro deve ser visto como prioritário, principalmente na educação das crianças, futuros cidadãos. Como em toda construção, o livro é um alicerce importantíssimo a formação de uma sociedade mais justa e igualitária.

"O livro constitui um meio fundamental para conhecer os valores, os saberes, o senso estético e a imaginação humana. Como vetores de criação, informação e educação, permitem que cada cultura possa imprimir seus traços essenciais e, ao mesmo tempo, ler a identidade de outras. Janela para a diversidade cultural e ponte entre as civilizações, além do tempo e do espaço, o livro é ao mesmo tempo fonte de diálogo, instrumento de intercâmbio e semente do desenvolvimento"

Fonte: Unesco

DETECTANDO A MENTIRA


Sem dúvidas é algo extremamente útil saber quando alguém está mentindo para você.
E você não precisa de um polígrafo para detectar isso, você pode se treinar para "ler" a linguagem corporal do seu interlocutor. Isso acontece porque a imensa maioria das pessoas que mente tem um certo nível de integridade moral, ou seja, elas sentem um certo nível de culpa por mentir, e é esta culpa que provoca os movimentos que caracterizam um mentiroso. Sim, você ainda poderá ser enganado, alguns mentirosos contumazes não têm consciência e, sem consciência, não há culpa e nem linguagem corporal que entregue a mentira. Mas ei… se a pessoa é uma mentirosa contumaz, você já deve saber que não pode acreditar nela.

Abaixo, os cinco indícios mais comuns de que uma pessoa está mentindo. Não são infalíveis, mas, se detectados, indicam que você deve ficar atento.

Escondendo a boca
Esse é um dos gestos que os adultos trazem da infância quando se trata de mentira. A mão cobre a boca, e o dedão pressiona a bochecha. Podem ser apenas alguns poucos dedos sobre a boca, ou até mesmo o pulso. Aparentemente o cérebro, subconscientemente, está tentando esconder a mentira. Muitas pessoas tentam disfarçar o ato de esconder a boca uma tosse. Se a pessoa cobre a boca enquanto você está falando, pode indicar que ela acha que você está mentindo.

Coçar o nariz
Em essência, o toque no nariz é uma versão sofisticada do ato de esconder a boca. Podem ser várias coçadas rápidas logo abaixo do nariz ou um rápido e quase imperceptível toque. Uma explicação para este movimento é que a mão está se movendo em direção à boca, e uma tentativa de ser menos óbvio faz com que ela seja puxada do nariz para a boca. Lembre-se de que isso ocorre em um nível subconsciente. Se a pessoa tem mesmo uma coceira no nariz, ela irá, normalmente e deliberadamente coçar ou azunhar e não apenas fazer um toque rápido. Tal como o ato de esconder a boca, se isso acontecer quando você está falando, a pessoa com quem você está falando está achando que você está mentindo.

Esfregar o olho
Este gesto tenta bloquear a mentira que a pessoa vê, ou para evitar ter de olhar no olho da pessoa para quem está mentindo. Homens normalmente esfregam os olhos de maneira vigorosa ou, se a mentira é grande, eles desviam o olhar. As mulheres geralmente passam o dedo gentilmente sob a pálpebra (para não borrar a maquilagem). Lembre-se, mentirosos não olham nos olhos quando mentem. Eles gentilmente desviam o olhar instantes antes de mentir, ou fixam o foco atrás de você (a pessoa está olhando para você, mas o olhar parece perdido).

Coçar o pescoço
Azunhar o pescoço com o dedo indicador da mão com que escreve logo abaixo do lóbulo da orelha pode indicar incerteza. Geralmente serão alguns poucos arranhões rápidos. Este é muito provavelmente um gesto de dúvida, característico de pessoas que pensam, "eu não estou certo disso". Ele geralmente vem acompanhando uma contradição á linguagem verbal, como quando a pessoa diz: "eu entendo o que você está sentindo" enquanto azunha o pescoço.

Esfregar a orelha
Esta é a versão adulta do gesto em que a criança tampa os dois ouvidos com as mãos para não escutar nada. Esse movimento inclui esfregar a parte detrás da orelha, puxar o seu lóbulo, ou até mesmo dobrá-la. Se o seu interlocutor fizer qualquer destas enquanto fala, é uma indicação de mentira. O último sinal, se usado enquanto você fala, quer dizer que ele não apenas acha que você está mentindo, como ele considera ter atingido o limite.

Outros indicadores
Mudanças no tom de voz. Mudança na velocidade da fala. Travas no diálogo com o uso excessivo de pausas e comentários como "hmmm", "hã" ou "você sabe", ou ainda limpar a garganta. Virar o corpo para longe de você, mesmo que levemente. De repente começar a mostrar a parte branca dos olhos acima ou abaixo das pupilas, não apenas dos lados. Movimentos nervosos com os pés ou pernas. Brincar com as próprias roupas, como arrancar linhas soltas ou alisar dobras. Discrepâncias entre o que se diz a a linguagem corporal, por exemplo, dizer "não" e balançar a cabeça para frente e para trás (como se tivesse dizendo sim). As pupilas de quem esta mentindo podem dilatar. Quando alguém está mentindo, sorri menos que o habitual. Também costuma a encolher mais os ombros. Engolir em seco. Esfregar as sobrancelhas. Cruzar e descruzar as pernas. Brincar com os cabelos. Suor escorrendo da sobrancelha, caso não seja um dia quente. Dizer "não" com muita freqüência Negação contínua de algum tipo de acusação. Ser extremamente defensivo. Prover mais informações e especificidades do que a pergunta requeria. Inconsistências no que está dizendo. Satisfação, mas de maneira ofensiva. Procurar usar uma barreira entre si e o interlocutor, tal como uma cadeira ou uma mesa. Calma incomum. Ficar hesitante, caso não o seja habitualmente. Ficar em uma posição excessivamente relaxada, largada. Excesso de rigidez e aumento de tiques nervosos. Movimentos pouco naturais ou limitados das mãos e dos braços. Elevar os ombros em sinal de descaso. Não apontar. Flutuações pouco usuais na forma de falar, na escolha das palavras e na estrutura das sentenças. Não usar pronomes enquanto fala.

Detectando a verdade Durante a história, a palma aberta tem sido associada com honestidade, compromisso com a verdade e submissão, tanto é que quando se faz o juramento à bandeira usa-se a palma aberta. Como evidência de que a pessoa está cotando a verdade, olhe para suas mãos. Mentirosos geralmente escondem a palma. Logo, se você quer enfatizar que está dizendo a verdade, use vários movimentos com a palma das mãos à mostra.

Fonte: www.desenrolando.com.br

Quando as crianças começam a mentir



Corrigir as pequenas mentiras é um trabalho em conjunto de pais e educadores Pequenas mentiras começam a aparecer cada vez mais cedo na vida das crianças. Talvez se deva a uma confusão entre a realidade e a fantasia, o que é chamado de verdade inventada, que, na cabeça dos pequenos, talvez não pareça algo tão errado assim. E muitas vezes essa confusão é usada a favor dos adultos, que acaba induzindo a mentira na vida das crianças.

Muitas vezes os pais utilizam da “falsa verdade” para conseguirem mais facilmente algumas atitudes dos filhos, que no fim acabam parecidas como uma chantagem emocional. Todo este comportamento, à visão das crianças conforme vão crescendo, se tornam normais e rotineiras, levando-as a praticar algumas “mentirinhas”. Neste caso é preciso muito diálogo com os pequenos. “Orientar os filhos é a melhor alternativa para uma boa educação”, diz a tutora do Portal Educação Juliana Daher Sabatin.

Mas este comportamento não está apenas no âmbito domiciliar. Nas escolas isso também é muito comum acontecer, principalmente para se livrar de uma bronca ou castigo. Corrigir as pequenas mentiras é um trabalho em conjunto de pais e educadores. “Tão importante quanto a atenção da escola em relação às mentiras ou fantasias dos alunos, é importante a atenção dos pais no ambiente familiar e social”, diz Juliana.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Portal Educação

domingo, 12 de abril de 2009

PENSE NISSO!


"Eu descobri que as coisas que mais nos magoam podem se tornar o combustível e o estimulante para nos impulsionar em direção ao nosso destino. Elas ou te tornarão mais amargo, ou melhor."
--T. D. Jakes